Blog das Grávidas!

No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo ( :

domingo, 6 de abril de 2014

Jéssyca Dias

Mamãe da Nicolly ou do Nicolas *-*



A Descoberta:

Eu sempre tive cisto no ovário e sempre fui gordinha. E minha ginecologista, disse que esse cisto só iria aumentar cada vez mais que eu engordasse, e eu nunca conseguia emagrecer. Em uma consulta, ela me disse que o tamanho do cisto estava enorme, e só conseguiria ter filho se eu retirasse. Então não me preocupei muito, além de eu não poder ter filho agora, só atrapalhava atualmente o problema da minha menstruação que descia 1 mês e ficava 2 meses sem nada. Então, passou dezembro e janeiro, e nada da menstruação vim. Meus seios começaram a doer, e eu comecei a ter enjoos logo na primeira semana do ano,e esses enjoos, fez com que eu perdesse 12 kg. Chegou Fevereiro, e então eu fiz dois testes de farmacia, o primeiro deu positivo e o segundo negativo. Fiquei em dúvida e não liguei muito, contei para meu namorado e ele me relembrou sobre o que a minha ginecologista tinha me falado há 3 meses atrás. Relaxei e não liguei mais pra isso. Até que os meus seios doíam cada dia mais, e o pé da minha barriga endurecia a ponto de eu andar curvada. Logo, achei estranho pois os enjoos continuavam e as dores e os desconfortos só aumentavam. Resolvi ir no posto mais próximo da minha casa, e lá constatou a verdade.Eu estava grávida de 3 meses e meio, foi uma grande surpresa. Fiquei alguns dias pra contar aos meus pais, contei, foi difícil pois eles não esperavam, mas entenderam. Esculto muito julgamento agora por estar de quase 4 meses e eu e meu namorado termos apenas 17 anos. Estou ansiosa pra saber o sexo, e preparar tudo para meu ou minha Nick.


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sábado, 8 de março de 2014

Chris Annes

Mamãe da Vitória *-*


A DESCOBERTA E O PARTO:


Sempre tive o sonho de ter 2 filhos. E minha mãe tbm sonhava com seus netinhos. Sou filha única, então éramos muito ligadas. Apenas 6 meses após o meu casamento, a primeira bomba veio na minha vida: minha mãe descobriu que estava com câncer, já em estado terminal. Após descobrir, sobreviveu apenas 1 mês e meio. Foram momentos muito difíceis. Quando ela descobriu a doença, disse que lutaria contra a doença por mim... Mas chegou num ponto onde ela não aguentava mais, o corpo pedia socorro, e ela não queria desistir. Foi quando a médica dela me disse que ela estava esperando algo para poder se entregar e ir em paz, eu tive certeza que eu é quem tinha que "liberá-la". Fui lá conversar com ela, e ela, nada boba, percebeu o que eu estava tentando fazer... ela me perguntou se ia morrer, eu disse que no meu coração não, pois ali ela viveria para sempre... ela disse que era isso que precisava saber. Meia hora após isso, ela se foi, deixando o primeiro grande buraco no meu coração.
Passados 3 meses do falecimento da minha mãe, eu e o marido resolvemos retomar os planos de ter um filho. Já na primeira tentativa eu engravidei. Porém, com 2 meses de gestação, veio o meu segundo buraco no coração: perdi essa primeira gestação, tão planejada. Lembro-me como se fosse hoje tanta dor (no corpo e na alma).Eu ainda estava no período de recuperação do primeiro aborto espontâneo quando engravidei acidentalmente de novo (a camisinha estourou). Faziam 2 meses da primeira perda. Porém, com dois meses de gestação, a segunda perda. Toda a dor física e emocional novamente. Me sentia incapaz de gerar, entrei em depressão... Mas mesmo assim, fui à luta, e procurei um dos melhores médicos da cidade, especialista em gestação de alto risco. Começamos a bateria de exames investigatórios, para descobrir o motivo do aborto recorrente. Descobrimos que eu tenho dois tipos de trombofilia, uma doença silenciosa, nas que dificulta muitas coisas. Eu tenho SAF e deficiência de proteína S (nem sabia que ela existia, rsrs). Com a trombofilia, o meu sangue coagula mais rápido do que o ideal, isso faz com que o corpo não tenha tempo de se preparar adequadamente para sustentar o feto durante a gestação e acontecem os abortos espontâneos. Enfim, depois da doença descoberta, ainda tinha mais um problema a vencer: o remédio que eu tinha que tomar todos os dias da gestação seria uma injeção, dada na barriga, todos os dias, e que custava nada menos do que R$ 1.500,00 por mês (hoje deve estar em torno de 1.900). Me perguntava todos os dias como é que eu ia conseguir o tratamento... pois não era barato, e eu não tinha o dinheiro. Também me perguntava se minha mãe estava no céu com meus dois bebês. Até que um dia, uma amiga minha de infância me encontrou no (falecido) orkut, e me disse que tinha que falar comigo uma coisa urgente. Para contextualizar, quando criança, ela morava na cidade da minha avó, a 500 km da minha cidade... e nós não tínhamos amigas em comum, nem nenhum parente em comum. Ela me disse que sonhou repetidas vezes com minha mãe e duas crianças, e que minha mãe dizia que estava tudo bem, e que ia dar tudo certo, e que ela tinha que me achar e me dar o recado. Depois desse sonho dessa amiga, meu médico me instruiu de que eu poderia conseguir o medicamento pelo SUS... mas que não era fácil. Fiquei um tempo em repouso para me recuperar das perdas, e após a liberação do médico, começamos as tentativas... Foram longos 5 meses de tentativas... quando, no dia do meu aniversário, a Vitória foi concebida. Sei que foi nessa data pois naquele mês eu estava gripada, e acabei namorando apenas no dia do meu aniver. Assim que veio o "positivo" no beta, demos entrada no processo para pegar o medicamento pelo SUS, e após muita burocracia, finalmente conseguimos.Todos os dias, a injeção que ardia por dentro da pele não era nada comparado ao sonho e à vontade imensa de ser mãe. Porém, como nada tinha sido fácil até agora, não ia começar agora, né! Com dois meses, lá estava eu novamente no médico, em meio a um novo aborto espontâneo. Fui internada às pressas. Exames e medicamentos na veia. Repouso absoluto. Voltei para casa, com recomendação de repouso absoluto por mais dois meses. Quando cheguei aos 4 meses da gestação, pensei que tudo estava melhor... Voltei a trabalhar, sempre com repouso relativo. Aos 6 meses, descobrimos que eu estava com diabetes gestacional. Tratei apenas com a mudança de hábitos alimentares e abstenção de açúcar e carboidratos. Aos 7 meses, tive mais um sangramento, seguido de uma perda de líquido. Novamente hospital. Desta vez não foi necessário permanecer internada, mas novamente tive que me afastar do trabalho.

 A Vitória nasceu com 37 semanas, de parto normal, com anestesia. O parto? Ah, foi lindo, e muito rápido! No dia que ela nasceu, fui no consultório, na consulta de rotina... o médico falou: "Vamos fazer o exame do toque?" E em seguida: "Nossa, menina, esse bebê está mais perto do que vc imagina! Vamos internar hoje". Nessa hora, eu estava com 4 cm de dilatação. Tive um dia normal, e a tarde fui para o hospital, pois meu médico ia me internar como se eu fosse fazer cesárea, porém, tinhamos como opção o parto normal. Fizemos assim por simples comodidade, tanto minha quanto dele. O médico do plantão me examinou, as 18h eu estava com 6 cm de dilatação. O meu médico chegou às 20h, eu estava com 7 cm de dilatação. às 21h, eu estava com 8 cm, e ele me avisou que a qualquer momento eu poderia começar a sentir as contrações... assim que elas começassem, ele me daria a anestesia, chamaria meu marido e faria meu parto. As 22h as contrações começaram. Tomei anestesia, não senti mais dor alguma... apenas a maravilhosa sensação de ser protagonista do momento mais importante da minha vida! O médico me levou pra sala de parto e chamou meu marido, que sentou ao meu lado, me segurou pelas costas e me ajudou a fazer força. Após a terceira força, a Vitória veio ao mundo, às 23h (...) Esse momento quando o bebê tão esperado toda mãe conhece! A alegria, a emoção, a ansiedade, o medo... tudo junto... Foi o momento mais mágico da minha vida. Tudo perfeito com ela. Eu me sentia plena! Nada mais podia me abalar! Hoje ela está com quase dois anos... é a minha grande alegria... a minha loucura, o meu ar!

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Dieta adequada fortalece mãe e bebê durante a amamentação

Cuidados à mesa devem ser redobrados nesta fase, já que por meio da amamentação é possível fornecer à criança todos os nutrientes adequados para ela se desenvolver e crescer com saúde.

OBS: Evite consumir alimentos com cafeína, 
já que eles podem deixar o bebê inquieto


A mamãe de primeira viagem logo começa a se questionar quanto ao tipo de dieta adequada durante e após a gestação, para que ela e o filho sejam beneficiados pelos nutrientes consumidos. Sendo assim, é comum que mulheres optem por seguir à risca alguns conselhos passados de geração em geração, tal como a crença de que, na fase de gestação, é preciso comer por dois, ou que beber muito leite significa produzir mais leite. 

Mas será que esse tipo de “artifício” ajuda mesmo? A nutricionista funcional Elaine Pádua, que atua no Hospital das Clínicas de São Paulo, na Universidade Federal de São Paulo e é diretora da Clínica DNA Nutri, afirma que grande parte dessas recomendações, assim como as duas acima, não passam de mitos. 

Segundo a especialista, as mulheres devem, sim, obedecer algumas regras alimentares importantes durante esse período, a fim de não prejudicar o leite e, consequentemente, a saúde dela e do bebê. Elaine afirma que, antes de qualquer instrução com relação à alimentação, a gestante ou a mamãe que está amamentando deve ingerir bastante líquido. 

Já no que diz respeito à dieta, não havendo nenhuma restrição médica, alguns alimentos podem trazer bastante benefício e ajudar tanto antes do nascimento do bebê, quanto repondo os nutrientes da mamãe, ou, ainda, ajudando a enriquecer o leite materno. 

Por outro lado, a nutricionista alerta que existem alimentos que devem ser evitados, principalmente quando a mulher já está amamentando, como itens que contenham cafeína (café, chocolate, chá preto, mate e refrigerantes a base de cola). O consumo elevado de cafeína pode tornar o bebê inquieto e agitado, além de provocar cólicas no pequeno. Grãos, repolho e couve flor também podem dar cólica no recém-nascido. Doces e bebidas alcoólicas devem ser evitados. 

É importante destacar que amamentar é extremamente benéfico para a saúde da mulher, pois diminui a possibilidade do aparecimento de diversas doenças, a exemplo do câncer de mama e ovário. Ademais, facilita que o útero da mãe retorne ao peso normal mais rapidamente. Já para o recém-nascido, não há melhor e mais completo alimento que o leite materno, que deve ser exclusivo até o sexto mês, pois atende todas as necessidades nutricionais do bebê. 

Regras gerais para a alimentação das mamães 

- Consumir folhas cruas em forma de saladas, temperadas com limão; 
- Consumir, uma vez ao dia, grãos de feijão, lentilha, grão de bico ou ervilhas; 
- Consumir quatro tipos de frutas ao longo do dia, em forma de suco ou ao natural; 
- Ingerir pelo menos 1 litro e meio de água durante o dia; 
- Evitar excessos de gorduras e açúcares; 
- Comer devagar, mastigando bem os alimentos; 
- Fracionar a dieta, fazendo, no mínimo, cinco refeições diárias em horários regulares; 
- Aumentar a ingestão de fibras; 
- Consumir bastante líquido ao longo do dia. Entretanto, deve-se evitar o consumo de líquidos durante as refeições que tiverem um maior volume de alimentos; 
- Evitar o consumo de bebidas alcoólicas (pois afetam o desenvolvimento do feto); 
- Não sentar ou deitar logo após as refeições.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Picolé de Leite Materno




Meninas, andei olhando minhas redes sociais e vi essa postagem e achei muito interessante então resolvi posta-la aqui também.



Danielle Kattah dá ao filho, João, seis meses, picolé feito com seu leite

Mãe de João Freitas Kattah, 6 meses, a produtora de eventos Danielle Kattah descobriu, pesquisando em grupos de apoio ao aleitamento materno, uma estratégia diferente para driblar o incômodo que o filho começava a sentir com o nascimento dos primeiros dentes: dar a ele um picolé feito com seu leite.


"Li que o picolé de leite materno era bom para aliviar o calor e também podia ajudar a anestesiar um pouco a gengiva", afirma Danielle, que dá o sorvete ao filho quando ele está muito irritado ou quando o dia está muito quente. "No máximo, até dez dias depois de feito o sorvete", fala.


 Na primeira vez que experimentou a sobremesa gelada, João comeu metade do picolé, feito com 50 ml de leite materno. "Ele achou engraçado por causa da sensação do gelado, ficava me olhando. Agora ele chupa igual a pirulito e come um inteiro", diz, acrescentando que não deixou de amamentá-lo nem diminuiu as mamadas durante o dia.


A pediatra Ana Bela Roitman, que acompanha João, não conhecia a iniciativa, mas apoiou a mãe. "Acho a ideia boa. A recomendação seria dar para bebês em torno de cinco ou seis meses, quando o nascimento de dentes começa a irritar a criança", diz a médica.


"Mas é preciso seguir alguns cuidados, como descartar as sobras em caso de o bebê não tomar o picolé inteiro, não dar com muita frequência, de uma a duas vezes por dia, no máximo, para evitar superalimentação, e ter cuidado com a esterilização do recipiente que vai conter o picolé", afirma a médica.


                                                       Os picolés feitos por Danielle ↓ )
Reinaldo Canato/UOLAssim como Danielle, a analista de recursos humanos Carina Batista Melo, 30, que mora em Tocantins, também prepara picolés com seu leite para a filha, Alice, 5 meses.

Ela tirou a ideia do GVA (Grupo Virtual de Amamentação), do qual faz parte. "Pedi a opinião da pediatra da Alice, que foi favorável, e dei quando ela completou cinco meses, para aliviar o incômodo dos dentes que estão nascendo e refrescar. Ela ama o picolé."


Os riscos


Apesar de ser um assunto em voga nos grupos voltados à maternidade na internet, alguns especialistas não recomendam o picolé de leite materno.

O problema não está na matéria-prima em si nem na baixa temperatura –que não torna ninguém mais suscetível a pegar gripes e resfriados–, mas no manuseio e armazenamento do leite.
Para a enfermeira Natália Turano, do Grupo de Apoio de Aleitamento Materno do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o processo de congelamento do leite deve ser impecável.
Reinaldo Canato/UOLSegundo orientações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o leite deve ser guardado sempre em potes de vidro por até 15 dias no freezer, sem perder suas propriedades nutricionais.

"Como não há formas de vidro para picolé nem uma maneira segura de esterilizar formas de gelo ou de plástico, não é possível fazer picolés de leite materno com segurança", declara Natália.

Não há estudos sobre o tema. Por isso, sobram controvérsias quando o assunto é oferecer o leite materno de um jeito diferente da forma tradicional.

"É preciso saber que se trata de um alimento nobre e que não pode ser banalizado, exposto ou ter uma manipulação inadequada. As mãos devem ser devidamente higienizadas, assim como o lugar onde será armazenado o leite", afirma Ary Lopes Cardoso, chefe da Unidade de Nutrologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

A pediatra Maria José Guardia Mattar, do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), também não é favorável.
"O tempo de congelamento e o processo de higienização que a mãe deve seguir são temas que têm fundamentação, mas não há evidências de que o picolé de leite materno é recomendável. O problema do calor excessivo pode ser resolvido com um banho para relaxar."


Fonte: Mulher      
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